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A importância da diversidade e inclusão em estudos clínicos (2023)

  • Authors:
  • Autor USP: RECHE, YURI NUNES - FCF
  • Unidade: FCF
  • DOI: 10.11606/003203860
  • Subjects: PESQUISA; MEDICAMENTO
  • Keywords: estudos clínicos
  • Language: Português
  • Abstract: A pesquisa clínica se demonstrou extremamente promissora em avaliar a eficácia de medicações promissoras para os mais diversos tipos de doenças. Após diversas discussões éticas e regulatórias para normatizar essa prática, chegamos ao cenário que é conhecido no século XXI dos estudos clínicos, que se dividem em intervencionais (de fase I à III) e os não-intervencionais (de fase IV), além dos programas de pós-estudo e acesso. Mas, esses protocolos ainda não demonstram universalidade e integralidade em sua inclusão, já que populações volumosas em todo mundo ainda são minorias e não são proporcionalmente representadas nos mesmos. As populações demostram particularidades genéticas e ambientais, o que levam a diferentes polimorfismos em seus metabolismos, afetando a forma que cada um pode reagir a determinado tipo de intervenção, como alterações nas enzimas do citocromo P450 (CYPs), ou doenças metabólicas crônicas adquiridas ao longo da vida ou herdada. A falta de diversidade nos protocolos clínicos é fruto de um racismo institucional que existe nas populações do mundo, levando a um tratamento diferenciado e negativo para as minorias, além de micro agressões que perpetuam um sentimento de afastamento dos sistemas de saúde. Também, os critérios de inclusão e exclusão podem leva-las a não-elegibilidade para participação do protocolo clínico, já que valores de referência para determinados marcadores são distintos. Essa falta de confiança gerada por esses fatores e afastamento dos sistemas de saúde, leva os pacientes a uma zona perigosa, pois há doenças que o diagnóstico precoce é a chave para um tratamento efetivo. O câncer é uma dessas doenças, sendo a segunda doença que mais mata no Brasil, e tem como um dos maiores fatores de sucesso de tratamento, em grande parte das vezes, o diagnóstico precoce. Com a reduçãodessa confiabilidade e ausência de consultas frequentes (ainda mais quando já há uma pré-disposição genética de desenvolvê-lo), os negros possuem o maior índice de mortalidade em muitos tipos desses tumores
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    Informações sobre o DOI: 10.11606/003203860 (Fonte: oaDOI API)
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    • ABNT

      RECHE, Yuri Nunes. A importância da diversidade e inclusão em estudos clínicos. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.11606/003203860. Acesso em: 11 jan. 2026.
    • APA

      Reche, Y. N. (2023). A importância da diversidade e inclusão em estudos clínicos (Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação). Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/003203860
    • NLM

      Reche YN. A importância da diversidade e inclusão em estudos clínicos [Internet]. 2023 ;[citado 2026 jan. 11 ] Available from: https://doi.org/10.11606/003203860
    • Vancouver

      Reche YN. A importância da diversidade e inclusão em estudos clínicos [Internet]. 2023 ;[citado 2026 jan. 11 ] Available from: https://doi.org/10.11606/003203860

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